Arquivo para Fevereiro, 2008

trying your luck

adivinha se a prova do estágio que eu estou pleiteando vaga será realizada na época que eu estarei em são paulo viajando?

você, amigo leitor, você procurou “eu odeio geeks” e veio parar nesse blog? ê decepção, hein?

yorick brown, the last man

eu não sou do tipo que lê quadrinhos regularmente, que é fã, que conhece. não li praticamente nada além das historinhas da turma da mônica quando criança. eu lembro que a primeira história, digamos assim, diferente que li foi como matar seu namorado, do grant morisson – que eu obviamente adorei. quase nada além disso. mas, sorte minha, eu tenho um irmão que lê quadrinhos. não lê quadrinhos como eu leio, eventualmente se alguém me indica algo muito bom, mas lê quadrinhos. de verdade. sabe das sagas que estão acontecendo, conhece o universo marvel, o dc, os quadrinhos undergrounds, etc etc etc. e não só isso, ele também me obriga a ler algo quando sabe que eu vou gostar. e numa dessas intervenções ele me obrigou a ler o número um do y! the last man. boy, oh boy. fico feliz que ele tenha me obrigado, porque isso tem salvado minha vida nesses últimos dias, junto com freaks and geeks e a quarta temporada de lost.

santo suco de vaca!

honest to blog?

sobre juno: quanta fofura, meu deus, quanta fofura. michael cera é deus, mas destaque também pro pai dele de arrested development que eu nem sabia que estava no filme, mas está, e muito bem. o futuro do indie é virar um velho tarado que queima cds de sonic youth pra jovenzinhas de dezesseis anos e que larga a esposa porque não tem maturidade suficiente pra ter um filho. he, engraçado. e a juno é uma fofura, hein. nossa. nem imaginava que aquela chatinha daquele filme lá com o fotógrafo pedófilo pudesse ter algum carisma, mas eu estava errada.

li lá no wmdb que o filme na verdade não é tão legal, que é só atitudezinha de adolescente que reconhece as referências pop e mimimi, e ó, ele provavelmente está certo, eu é que continuo sendo essa adolescentezinha que acha legal reconhecer referências pop e mimimi. na verdade, eu devia ter dezessete anos.