Arquivo para Março, 2008

tenho dois meses pra voltar a são paulo e ver dessa vez yo la tengo ao vivo. =~

sobre são paulo

thais diz:
e o executivos são lindos, também
thais diz:
uma coisa genial de são paulo é que as pessoas são bonitas
thais diz:
normalmente
thais diz:
tipo, você encontra pessoas bonitas no metrô, na padaria, andando na rua
thais diz:
vai procurar uma pessoa bonita aqui num ônibus de fortaleza, vai
thais diz:
im-pos-sí-vel

show do interpol


oh yeah. right on. so good.

objetivo: chegar ao via funchal.

obstáculo 1: chuva torrencial no caminho da parada de ônibus. obstáculo vencido, peguei o ônibus, desci na parada indicada, pronto, agora só precisava encontrar o via funchal. essa fase foi particularmente fácil, bastou seguir todos os hipsters de camisetinhas trendy, jeans skinny e all-star. cheguei ao local, não pode entrar fumando, ok, ok, tem um lixeiro logo ali, pronto, me deixa entrar. já dentro da casa o público era exatamente o que podia se esperar de um show de novo rock pós-punk blasé, ou como você queira classificar a banda. vamos lá, não tem tanta gente, dá pra sentar e esperar passar uma hora até o show começar. mas olha, essa única hora teve uns três dias de duração, de tanto que demorou, até que finalmente o cachorro grande subiu ao palco. surdez, surdez, surdez, eu até gosto dessa banda, gosto mesmo, mas esperando pelo show do interpol qualquer banda que estivesse ali no lugar seria demorada e desnecessária. acabou o cachorro grande, começou a peregrinação em busca de um lugar bom para assistir ao show.

obstáculo 2, baby: de onde surgiram todas essas pessoas? onde elas estavam? simplesmente brotaram do ar? geração espontânea de indies, i tell you. todas essas pessoas que surgiram do nada estavam entre mim e o palco, e todas essas pessoas eram mais altas que eu, sem exceção. então lá estou tentando me infiltrar entre o público, tentando chegar em algum lugar onde eu pudesse ver algo (de preferência pessoas – a banda) no palco e de repente luzes apagadas, gritos, oh meu deus, pioneer to the falls acontecendo.

pioneer to the falls acontecendo, gente, pioneer to the falls acontecendo junto com o meu desespero de tentar achar algum lugar onde eu pudesse assitir ao show. não achei, começou obstacle 1 e eu resolvi relaxar e aproveitar. oh, she’s bad.

obstacle 1

she puts the she puts the she puts the weights into my little heart

update: rest my chemistry.

oi, eu perdi o sow do vanguart porque (aham) cheguei atrasada e não tinha mais ingresso pra mim. por favor, alguém me mata?

algumas fotos da viagem. em são paulo não fiz nada ainda, passei o dia inteiro dormindo pra me recuperar de um vôo demorado e cansativo. odeio conexões.

da janela do ônibus indo pro avião, em recife:

ônibus? tu num foi de avião, mulher?

da janela do apartamento, já em são paulo:

uma janela, um olhar (haha)

bagagem:

agora, ainda bem que eu viajo hoje e só volto na quinta da outra semana, viu, porque apesar de não ter nem duas semanas que começaram minhas aulas da faculdade eu já estou de sa-co chei-o. a aula parece que teve uma viagem no tempo desmond-style e ficou presa nas discussões dos anos 90. eu imagino essa aula (pra ajudar a visualizar eu prefiro pensar na palavra aula com perninhas e bracinhos, ou num quadrado – representando a sala de aula – cheio de pessoinhas dentro – alunos e professor, dã – também com perninhas e bracinhos. enfim, a aula enquanto pessoa.) eu imagino a aula vomitando esses clichezinhos sobre tecnologia e depois correndo pra conseguir chegar em casa a tempo de saber quem é o assassino em ‘a próxima vítima’. porque sério, a aula fede a anos 90. e ó, é o adalberto, viu. só pra ser ruim e fazer o spoiler, haha.

heh, peter hook fazendo gracinha:

Hook added that the film reminded him how good his band were, saying: “When I see things like that it makes me think how fucking good we were. Tell that to the Arctic Monkeys!”

porque tipos, ele não precisa fcar falando o óbvio, né. mas se ele fala é engraçado.

roteiro

hoje são paulo, sexta vanguart, terça que vem interpol. êêê